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Os números desta seção usam uma premissa declarada, porque o preço muda de bairro para bairro e de revenda para revenda: botijão de 13 quilos a R$ 110, com entrega. Troque pelo valor do último recibo.
Na casa de duas pessoas, R$ 110 divididos por 60 dias dão R$ 1,83 de gás por dia. Na casa de quatro, R$ 110 divididos por 35 dias dão R$ 3,14 por dia.
A conta, aberta linha por linha
• Casa de 2: R$ 1,83 por dia
• Casa de 2: R$ 55 por mês
• Casa de 4: R$ 3,14 por dia
• Casa de 4: R$ 94 por mês
O valor mensal ajuda a separar o dinheiro. Na casa de quatro, guardar R$ 94 por mês num envelope ou numa caixinha do banco garante que o botijão tenha o seu dinheiro pronto, caia a troca na semana que cair.
Na casa de duas pessoas, os R$ 55 mensais cobrem a troca a cada dois meses. O envelope enche num mês, paga o botijão no outro e recomeça.
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Por dia, o gás de uma casa de quatro custa menos que um pãozinho de padaria. Em 12 meses, a mesma conta soma perto de R$ 1.150.
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O custo diário também mostra onde vale mexer. A tampa na panela, a panela de pressão no feijão e o fogo baixo depois da fervura alongam a duração do botijão, e a fita mede o resultado na troca seguinte.
Se a casa de quatro ganhar cinco dias, passando de 35 para 40, o gás cai de R$ 3,14 para R$ 2,75 por dia. São perto de R$ 140 a menos no ano, sem trocar de revenda.
O preço do botijão pesa tanto quanto a duração. Duas revendas no mesmo bairro podem cobrar valores diferentes pela mesma lata de 13 quilos, e a diferença por botijão se multiplica pelas dez ou onze trocas do ano.
O recibo da revenda guarda a outra metade da conta. Com a data da fita e o valor pago, cada troca vira uma linha de fatura: preço, dias de duração e custo por dia.
“Quantos dias o seu botijão dura, e em que semana do mês ele vai acabar?”
Hoje: cole uma tira de fita crepe no botijão ligado ao fogão e escreva a data da última troca, ou a de hoje, se não lembrar. Na próxima troca, conte os dias e divida o preço pago por eles.
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